Michel Fonseca | Mídias Sociais

Escrevendo para audaciosamente ir onde nenhum blogueiro jamais esteve. ;)

Se os eventos não apresentam conteúdo relevante, de quem é a culpa?

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Todo evento relacionado a marketing digital enriquece o repertório de qualquer estudante, entusiasta ou profissional de internet. Por menor que seja o conteúdo exposto, ou por mais que “não haja nada de novo”, como é comum ouvir no final de cada palestra, o simples fato de existir engajamento pra promover encontros e discussões sobre o mercado já é louvável, no meu ponto de vista. Iniciativas como o Campi Digital, Beetraining, TrespontosSetweb Institute representam, além de uma boa estratégia de promoção de serviços e branding das empresas realizadoras, a oportunidade de crescimento e a contribuição constante para o desenvolvimento do mercado que produz e consome mídia digital.

A verdade é que grande parte desses eventos conta com a presença de profissionais/palestrantes/mediadores de peso e que, na maioria das vezes, é mais solícito do que se imagina. Por que se contentar com um conteúdo raso se você tem toda a liberdade pra levantar a mão e questionar, contrapor e propor um novo rumo para a discussão? O que eu sinto é um total desinteresse do público, que se reserva ao simples papel de sentar e ouvir até a hora da entrega do certificado.

Por um lado, o público compromete e guia o direcionamento que o palestrante vai tomar. E na maioria das vezes, são os estudantes os maiores interessados e presentes nesses eventos. Se nós, profissionais atuantes do mercado, visarmos ascender o nível das discussões através de novas visões, mais aprofundadas e desafiadoras do que o de costume, um bom caminho para isso não seria PARTICIPAR ao invés de xingar muito no Twitter? A reflexão que quero propor é essa.

Cada um fazendo a sua parte. Você anda fazendo a sua? 😉

Aproveitando a exposição do ponto de vista, vou fazer uma série de posts sobre eventos que vão acontecer nas próximas semanas. Aguardo vocês por aqui!

 

 

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Written by Michel Fonseca

05/04/2011 às 14:53

Publicado em Geral

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17 Respostas

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  1. Parabéns Michel, seu ponto de vista é muito interessante. Mais do que um momento de aprendizado, devemos sempre focar o relacionamento na participação em eventos. E, como você mesmo disse, muitas vezes os facilitadores são bem mais acessíveis do que imaginamos.

    “Não é a resposta que ilumina, mas a pergunta.”
    (Decouvertes)

    Abraços,

    Danila Dourado

    06/04/2011 at 12:10

  2. Até porque, muitas vezes, o relacionamento cria uma didática de aprendizado muito mais eficaz do que simplesmente ouvir.

    Obrigado pelo comentário, Danila. Vamos em frente! 😉

    Michel Fonseca

    06/04/2011 at 13:40

  3. Fala, Miguel.

    Primeiramente, parabéns pelo post e por começar com um assunto um tanto quanto polêmico.

    Em um dado momento, eu já pensei como você, achando que realmente o problema era o público, principalmente quando o assunto é Salvador.

    Passado um tempo dessa minha rebeldia e analisando com mais cuidado os eventos em outras cidades, percebo que, quando temos profissionais de qualidade, falando coisas boas, com possibilidade de um bom network, o público muda completamente.

    Por exemplo, veja o caso do 13º Encontro da Locaweb. Já é 3 vez que eu vejo praticamente os mesmos palestrantes no evento. Você acha que um profissional da área vai gastar muito seu tempo para assistir pela terceira vez o mesmo evento? CLARO QUE NÃO.

    Outro evento é o IMRS, que nos dois anos trouxe praticamente uma galera parecida, e não palestrantes fortes de “responsa” que vão chegar, botar o dedo na cara de meio mundo de donos de “agências de web” e dizer que o cara faz errado.

    Se é pra ouvir sempre a mesma besteira de sempre, desculpe, mas preciso ficar na empresa trabalhando do que participando desses eventos.

    Enquanto isso, saio de Salvador, pago passagem, pago hospedagem, pago entrada, para assistir palestras em São Paulo, onde terão assuntos relevantes, com um ótimo network, não só com cliente, mas com donos de agências, assim como acontece fora do Brasil.

    Veja o caso do evento EXPON, o primeiro lote custa a BAGATELA (!) DE R$775,00. Sim, BAGATELA. Você já olhou a grade dos palestrantes? SÓ TEM FERA! Você acha que quem vai estar lá? Estudante? CLARO que não. Vai ter dono de empresas querendo investir, donos de agências grandes do Brasil. Já imaginou o network disso?

    Desculpe, mas na boa, essa “desculpinha” de culpar os estudantes ou o público, não cola mais pra mim. Tem muito palestrante bom aí, que se você pagar hotel e avião, os caras vão palestrar só pelo fato de passar conhecimento e claro, se fazerem presentes em outros locais,

    Domicio Neto

    06/04/2011 at 14:24

  4. Pelo visto, você continua REBELDE. auhsuhas

    Mantenho a pergunta pra você, Domicio: O que você pode fazer pra melhorar isso?

    Assim como qualquer pessoa sensata, não acho que os eventos que rolam Salvador sejam excepcionais. A questão é: nem por isso eles são inúteis, como grande parte das pessoas costuma falar. Eu prefiro comparecer, contribuir, estimular e exigir.

    Não se trata de “desculpinha de culpar os estudantes”, e sim da constatação de um FATO: os palestrantes que vêm pra cá, você gostando ou não, têm muita coisa pra mostrar. E não vão além por uma série de fatores, entre eles o desinteresse do público. Inclusive, o não comparecimento deste público implica em toda essa problemática. Até porque, só tem cachê se houver inscrições!

    Além disso, ninguém aqui paga evento sem reclamar do preço. Pode custar 10 reais, que vai ter gente pedindo desconto. Mas aí é questão de mentalidade e cultura. Quanto mais eventos houver, menor se torna essa característica; quanto mais eventos houver, melhores eles vão se tornar, com o passar do tempo. Logo: PARE DE RECLAMAR E FREQUENTE. ;P

    A discussão é longa… respeito o seu posicionamento, mas não acho que desistir dos eventos daqui seja uma atitude nobre.

    Michel Fonseca

    06/04/2011 at 14:49

  5. Olá, Michel!

    Já pensei exatamente como vc um certo tempo atrás. Minha decisão: NAO ASSISTIR MAIS EVENTOS EM SALVADOR (ponto)

    Concordo com o Domicio nesse aspecto. E concordo por que já estive em eventos e eventos fora daqui. Uma vez fiz uma viagem a São Paulo exclusivamente para ver o InterCom da iMasters. Que não é lá um Graaaaand evento, mas que já é muito melhor que os ‘melhores’ que já vi por aqui.

    Quando saí de lá eu entendi perfeitamente que tipo de coisas eu nunca devo esperar de um eventinho de R$30,00 ou R$40,00. Isso é o que vc paga p ver propaganda mesmo.

    Quem quer aprender de verdade tem q ir buscar conhecimento fora e investir muito nisso p ir num ExpOn por R$775,00 ou o MaxiMídia por R$2.500,00 (preço de 2010 para compras de no mínimo 5 entradas para a mesma empresa). De preferência, fale inglês. Pela minha experiência, é o único jeito.

    Giva Gomes

    06/04/2011 at 15:05

  6. Oi Michel,

    Você tem toda razão, assim como algumas coisas que Domício disse também fazem sentido.

    Eventos como os da Campi Digital, Beetraining, Trespontos e Setweb Institute são eventos com profissionais locais, que vão procurar conhecimento em eventos fora pra trazer para cá.

    A ideia desses eventos é amadurecer o mercado local que, diferente de São Paulo, está caminhando em doses homeopaticas e acredite, está melhor do que antes!

    Esses eventos vem trazendo pra Salvador uma realidade que há alguns anos não existia.
    Quando eu era estudante (não vou dizer há quantos anos faz! rs), eu procurava um curso na área aqui em Ssa e não encontrava. Talvez, se naquela época eu tivesse a possibilidade de frequentar o tipo de curso que rola hoje, ia facilitar muito a minha vida.

    Não podemos criticar o que temos aqui, muito pelo contrarário, temos que incentivar se realmente queremos que nosso mercado caminhe.

    Sobre a questão da plateia interagir, a interação só acontece se a platéia tiver conhecimento prévio do que está sendo apresentando. Ou seja, se pegamos uma platéia “virgem” é normal que a interação seja um pouco menor, mas quando pegamos uma platéia ativa no mercado as coisas se desenvovolvem mais.

    O Café Digital, por exemplo, é um evento gratuito que acontece há cada 2 meses na Saraiva Iguatemi. No ultimo que tivemos, inclusive Domicio estava nele, tivemos interação do público e o resultado foi gratificante.

    Acho que todos nós estamos no caminho certo e, como Domício disse, a frequencia em eventos de fora devem continuar, mas não podemos esquecer do que está sendo contruído por todos nós por aqui.

    😉

    Mel Oliveira

    06/04/2011 at 15:13

  7. Não é questão de parar de reclamar e frequentar, tanto é que vou para o evento da Locaweb, que paguei R$50,00 reais “para nada”. Só para mostrar a cara mesmo.

    E não acho que é uma questão de primeiro frequente e depois você reclama, a questão é, frequentei, não gostei, acho que está ruim e só irei defender isso de novo quando tiver evento bom rolando.

    Enfim. É isso!

    Abraços!

    Domicio Neto

    06/04/2011 at 15:22

  8. Concordo com você Mel, sobre o Café Digital. Inclusive já me inscrevi para um que vai ter, acho que semana que vem.

    Evento que profissionais e clientes discutiram coisas boas. 🙂

    Domicio Neto

    06/04/2011 at 15:30

  9. Tá bombando! Gostei de ver. rs

    Extraí do comentário de Mel: “Não podemos criticar o que temos aqui, muito pelo contrarário, temos que incentivar se realmente queremos que nosso mercado caminhe.”

    Isso resume tudo que eu poderia falar.

    “Não assistir mais eventos em Salvador” é um protesto sem funcionalidade e visão de comunidade! Continuarei achando isso, até que me convençam do contrário.

    Todos os comentários que eu li aqui fazem sentido. Não acho que estejam errados em afirmar, resumidamente, que os eventos de Salvador são um lixo comparados aos de São Paulo, principalmente. Isso é #FATO.

    Imagine se aqui em Salvador não houvesse eventos pequenos e rasos… a situação estaria bem pior. Pense que foi em um evento desses que “Fulano” resolveu que precisava ir além, e desembolsou R$750 pra ver um evento digno em SP. E o que ele conquistou depois disso… o raciocínio é esse! O que eu quero ver é o mercado se desenvolvendo. O mercado local indo além. Até chegar o dia que poderemos dizer: Porra! Finalmente um evento de VERDADE em Salvador!

    Sem valorizar os primeiros passos, não vamos chegar lá nunca. 😉

    Michel Fonseca

    06/04/2011 at 15:42

  10. Então para de trazer palestrante ruim e depois a gente conversa de evento de VERDADE em Salvador.

    Na boa cara, quero ver um PROFISSIONAL de internet marketing com no mínimo um ano de experiência, que paga para ver uns palestrantes que só falam coisas superficiais e não tem experiência de mercado, afinal, passa o ano todo viajando palestrando. A gente quer ouvir case, quer discutir mercado. Bla bla bla já cansou.

    Não tenho nada contra o palestrante que estou me referindo, mas cada caso é um caso, e acho que esse ou essa palestrante, não se enquadra no que chamo de evento de VERDADE.

    Fica dica para eventos futuros (você sabe sobre o que estou falando, e espero que tenha entendido sobre qual palestrante me refiro).

    Domicio Neto

    06/04/2011 at 15:53

  11. Michel, parabéns. Seu ponto de vista é nobre e seus motivos são justos, assim como a ação também é válida.
    Já cansei de ouvir e ler discussões vãs sobre diversos assuntos e sobre como aqui é ruim e lá fora é melhor, bem como sobre o que faz a Bahia não estar à altura de São Paulo etc.

    Em primeiro lugar gostaria de lembrar a Domício que a carreira dele teve início em um evento “medíocre”, o qual foi o IMRS, que no ano em que foi lançado, gerou um terremoto nas estruturas estratégicas de agências, estas sim, MEDÍOCRES de fato, as quais entupiam mídia de massa off-line para sugar o máximo que podia dos seus clientes, visando as comissões OBRIGATÓRIAS de 20% pagas pelos veículos.

    Um mercado prostituído, como ainda está, se viu encurralado pela necessidade de investir em algo que ao invés de gerar tanto gasto, resultaria no real crescimento do anunciante.

    Pois bem… O IMRS é um evento que está em sua terceira edição e precisa deveras melhorar e se expandir e trazer, cada vez mais, palestrantes de maior peso. Entretanto, para quem ouvir? Quem vai investir nestes palestrantes? Alguns falam apenas pela passagem e pela hospedagem, ou falam por muito dinheiro e outros falam merda. Em todos os eventos temos todos os tipos de palestrantes, doidos para falar. Mas para quem? Para um público que realmente ainda pensa de forma tacanha e não sabe a diferença entre um e outro?

    É muito mais sensato pensar que a Bahia, como sempre esteve, encontra-se na retaguarda do crescimento do país. Não como crítica, mas como simples análise de fatos é que digo isto. Sendo assim, por simples análise de fatos, é muito importante que se entenda que há um crescimento gradativo da relevância do que será apresentado paralelo ao nível de esclarecimento de quem vai ouvir a apresentação.

    Em suma, não será em São Paulo que eu vou fazer o mercado em que atuo crescer. No meu caso, que trabalho tanto no mercado baiano, quanto em âmbito nacional, prefiro contribuir para o crescimento do estado da Bahia, pois assim contribuo para que mais um estado esteja dentro da minha área de atuação e me possibilite fazer, assim como faço em outros estados, contribuindo e trazendo oportunidades de negócios e investimentos. Acredito que ir aos eventos, participar, exigir e sugerir é um caminho bem digno e principalmente, mais eficaz. Não importando se assisto palestras em Santa Catarina, Rio ou Maceió.

    Quanto aos palestrantes “sem peso” que palestram no IMRS ou em eventos da Locaweb… Prefiro não classificá-los desta forma, pois não é legal diminuir que nos ajudou a crescer. Apenas digo que, mais que assistir uma palestra de Steve Jobs, gostaria mesmo que ele quisesse, por conta própria, palestrar aqui. Mas para isso deixar de ser sonho, é preciso que ao invés de assumir a postura de que os outros estados são melhores ou acreditar esse ou aquele evento tem melhores palestrantes, entender que o Brasil é um só; o público baiano é realmente mais tabaréu e cabe a quem deseja melhorar isso, fazer acontecer; as coisas acontecem de forma gradativa. Criticar nunca levou um crítico ao Oscar. Atuar é o que faz ganhar a estatueta.

    Grande Abraço

    Jader Felix

    06/04/2011 at 16:12

  12. Sim, o IMRS me ajudou a crescer, tive meus primeiros contatos diretos vindo de lá, mas hoje, querendo ou não, depois de 3 anos, evolui e exijo mais e mais qualidade nos palestrantes. Não tenho porque abaixar minha cabeça só porque comecei no evento, enquanto hoje conheço diversos profissionais, também soteropolitanos que falam e pensam as mesmas coisas que eu, como é o caso de Giva Gomes que comentou acima.

    Estou atuando, como diversos outros profissionais, não apenas criticando querendo levar um Oscar, estou dando minha cara a tapa no mercado, e nada me impede de criticar os eventos que hoje ocorrem em Salvador. Sempre critiquei, não seria agora que não faria isso.

    Eu já falei com Miguel, acho que da pra pegar meia dúzia de bons profissionais e da pra encher um auditório com no mínimo 200 pessoas assistindo. durante um dia inteiro, cobrando o mínimo para manter o evento.

    Acho que tudo tem seu tempo e naturalmente as pessoas evoluem, a 3 anos atrás, o IMRS com os palestrantes que teve foi um sucesso no mercado do nordeste, hoje quero ver um grande profissional que ficou feliz, por exemplo, com os palestrantes da Locaweb.

    Desculpe cara, mas comecei no evento que você chamou de “medíocre” e hoje batalho pela evolução do mesmo. Não tem porque abaixar a cabeça.

    Sim, tenho críticas e desculpe se você acha que devo me estagnar porque a Bahia não tem eventos para profissionais hoje com maior experiência. Não é uma questão de cuspir no prato que comeu, é uma questão de reconhecer que poderia ser melhor e batalhar por isso.

    Desculpe again, não serei mais um com a cabeça baixa para o mercado “medíocre” (como você mencionou).

    E por aqui eu encerro os meus comentários.
    Abraços 🙂

    Domicio Neto

    06/04/2011 at 16:44

  13. That’s the point! Ajudou você a crescer. E ajuda muita gente.

    Não vejo motivo pra sair por aí boicotando. Pode não ser o seu caso, Domicio, mas tem muita gente que se acha bacana por fazer isso. Além disso, por que não contribuir pra o crescimento dos eventos? Por que não meter as caras e organizar um evento digno? É até uma forma de gratidão. rs

    Michel Fonseca

    06/04/2011 at 17:28

  14. Olá, Pessoal!

    Dá pra ver q as reflexões sobre o assunto podem dar muito pano pra manga.
    Isso me faz pensar no contexto do profissional de mídia interativa local e me traz algumas questões à mente que tem relação muito próxima com isso tudo que falamos:

    1- Os eventos daqui realmente são muito fracos (isso já constatamos e inclusive estamos até sugerindo soluções)

    2- O público daqui chora p conseguir entrar de graça em qq lugar (Na verdade, p conseguir qq coisa de graça ou comprar o mundo por R$1,00). O que torna difícil elaborar um evento de mais alto nível já que o parametro principal na mente do povo é ‘quanto menos pagar, melhor’ e isso n eh so p eventos, isso é pre tudo. O que leva à terceira importante questão

    3- Aqui o TETO É MUITO BAIXO. Não importa o quanto vc investiu p ser o fera que é, se você trabalha no mercado de Salvador vc vai ganhar muito pouco (parece até cartel de salários. é tudo igual) e vamos ao quarto ponto –>

    4- Pelos mesmos motivos do ítem 2, o mercado paga muito mal aos profissionais dessa área por aqui, o que se torna um dos motivos do ítem 3 ser tão verdadeiro e incomodar tanto, pelo menos a mim…

    … e são apenas alguns dos motivos pelos quais esse ciclo continua … e nos mostra q não são é só a qualidade dos eventos q é muito baixa, um monte de coisas por aqui estão em baixa desde sempre. O que vejo melhorar com meus próprios olhos é a qualidade de Profissionais locais como o Domício e outros com quem já trabalhei, mas no final das contas, em vários outros aspectos, todo mundo estagna e para a maioria dos meus mais próximos a solução foi CAIR FORA p atuar em mercados como o de São Paulo, BH, Floripa e por aí vai e estão se dando muito bem.

    Claro q existem os mais persistentes. Cada caso é um caso, mas n posso deixar de notar que isso tem sido uma realidade q os fatos consequentes têm sido benéficos aos q foram p outros mercados.

    Acho q isso merece gerar uma reflexão coletiva mais detalhada. E acho q teremos muita coisa a compartilhar.

    E aew Michel, dá p mandar um poste sobre isso???

    Giva Gomes

    06/04/2011 at 18:51

  15. Fala, Giva!

    Concordo com os itens que você pontou, sim. São verdadeiros #FATOS.

    A cabeça já tá trabalhando no post, sim. No meu caso, será o relato e a reflexão de alguém que trabalha em Salvador, sem experiência com empresas de metrópoles maiores, a não ser alguns eventos. Talvez, trocando uma ideia com Domicio, que acabou de plantar sua sementinha em São Paulo e Jader, que já trabalha pra um grande em âmbito nacional há algum tempo, o post renda bastante!

    Valeu pela dica. Vamos trocando ideias pra produzir isso juntos!

    Eu, particularmente, tenho uma admiração muito grande pela minha cidade. E falo em termos profissionais, mesmo. Talvez, justamente, pelo fato de ser um mercado tão limitado e desafiador, carente de iniciativas, inovação e tudo o mais que a gente vê brotar o tempo inteiro das grandes empresas de marketing e comunicação pelo mundo. No entanto, isso não significa que eu seja estagnado e conformado com a condição do nosso mercado.

    Assim como eu, acredito que muita gente se enquadre na categoria dos “persistentes” que você citou. Essa diferença é um bom ponto de reflexão, também.

    Enfim… nos vemos aqui pelos comentários em breve! 😉

    Michel Fonseca

    06/04/2011 at 20:43

  16. Fala, Michel, tudo bem!

    A questão pode ser melhor entendida assim:

    >> Para o Domício V2011.1, eventos como IMRS e Locaweb (exemplos), já não acrescentam em termos de conteúdo e pouco acrescenta em termos de Network;
    >> Para o Domício V2010.1, eventos como IMRS e Locaweb, ainda acrescentavam um pouco em conteúdo, mas, ainda tinha o network funcionando bem…
    >> Para o Domício V2009.1, eventos como IMRS e Locaweb foram importantes, não só pelo conteúdo relevante, mas, para despertar nele, essa voracidade por novos aprendizados e alçar novos vôos…

    Como diferentes “DOMÍCIOS” coexistem no nosso mercado, isso significa que, para alguns “DOMÍCIOS”, que ainda usam avatar de ovo no twitter, esses eventos ainda têm utilidade, mas, ao mesmo tempo, para “DOMÍCIOS” já com certa experiência de mercado e, principalmente, para os formadores de opinião, eles já não têm o menor cabimento…

    Vejo alunos prestes a se formar em Propaganda que mal sabem o que é um twitter, assim como vejo empresários bem sucedidos na mesma situação…

    O que para nós é OLD, para muita gente, ainda é NOVIDADE! Podemos até aplicar a Cauda Longa aqui…

    Tem muito evento por aí, que é beeeem meia-boca, organizado de uma forma pra lá de amadora e recheado por palestrantes rasos… #FATO

    Mas, por outro lado, tem muita gente boa por aqui, pensando, produzindo, contribuindo acadêmica e profissionalmente com o mercado digital e que merece nossa dedicação, carinho e respeito, pois, são verdadeiros “bandeirantes” digitais!!

    Vida longa às iniciativas da Trespontos, da Campi, da #PaposNaRede…

    Ligado no Leilão

    07/04/2011 at 17:15

  17. […] Michel Fonseca trouxe à tona uma polêmica e saudável discussão, que rende nos comentários: “Se os eventos não apresentam conteúdo relevante, de quem é a culpa?”. “Se nós, profissionais atuantes do mercado, visarmos ascender o nível das discussões através de novas visões, mais aprofundadas e desafiadoras do que o de costume, um bom caminho para isso não seria PARTICIPAR ao invés de xingar muito no Twitter? A reflexão que quero propor é essa.” [leia mais] […]


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